Graus de perda auditiva: entenda como são classificados

A perda auditiva pode variar bastante de pessoa para pessoa. Enquanto algumas apresentam apenas uma leve dificuldade em ouvir sons suaves, outras enfrentam limitações severas na comunicação do dia a dia. Por isso, a fonoaudiologia classifica a perda auditiva em graus, com base na intensidade dos sons que a pessoa consegue perceber.

Conhecer esses graus é importante para entender o impacto da perda auditiva na vida de cada indivíduo e para definir o melhor tipo de tratamento.

Leve

Na perda auditiva leve, a pessoa pode ter dificuldade para ouvir sons suaves, como sussurros ou o tique-taque do relógio. Conversas em ambientes com muito barulho também se tornam desafiadoras. Muitas vezes, esse grau passa despercebido, mas já pode prejudicar a comunicação social e profissional.

Moderada

Nesse grau, há dificuldade em entender a fala em volume normal, especialmente se a pessoa estiver um pouco distante ou se houver ruído ao redor. É comum pedir para repetir o que foi dito e aumentar o volume da TV ou do celular.

Severa

A perda severa causa grande limitação. Mesmo sons altos e próximos são difíceis de compreender. A comunicação oral se torna bastante comprometida sem o uso de aparelhos auditivos ou outras formas de apoio.

Profunda

Na perda profunda, a pessoa praticamente não escuta a fala humana e pode ter dificuldade até com sons intensos, como buzinas ou sirenes. Nesses casos, o uso de implantes cocleares pode ser indicado.

A fonoaudióloga Tati Geraldo realiza avaliações auditivas detalhadas e orienta sobre os melhores caminhos de tratamento para cada grau de perda. Procurar ajuda profissional é o primeiro passo para ouvir melhor.